2ª PARTE: 20 ANOS SEM O GUERREIRO, MESTRE E HERÓI NACIONAL BRASILEIRO FLÁVIO MOLINA (19/02/1998 – 19/02/2018)

Flávio-Molina-x-Marcelo-Behring-1984

 

Continuando nossa homenagem dos “20 anos sem Flávio Molina”, publicamos hoje a 2ª parte do documentário “Introdução do Muay Thai no RJ e Brasil”. Um documento histórico e precioso não só para o Muay Thai do Brasil, mas para a história das artes marciais no Brasil.

 

Lembrando que a 1ª parte já foi publicada em aqui. Ao agregarmos esses dois documentários, temos quase 30 minutos dos primórdios do Boxe Tailandês/Muay Thai no Brasil.

 

Trata-se de mais um registo e documento DA MAIS ALTA RELEVÂNCIA para o Muay Thai brasileiro, que está prestes a completar 40 anos de existência no Brasil (1979/2019).

 

Neste novo vídeo inédito e emocionante, temos várias passagens do Boxe Tailandês por programas de TV, bem como fotos e jornais que documentam esse importante período de lutas.

 

“Estudiosos costumam dizer que Molina é o Hélio Gracie do Muay Thai. Assim como Hélio pegou o conhecimento com Carlos Gracie e teria sido o maior divulgador do JJ, assim Molina teria tido as aulas com Nelio e passaria a ser o maior divulgador da arte”

 

Começamos com a reportagem do programa “Vibração”, do apresentador Cesinha, onde Molina e Luiz Alves falam um pouco sobre a nova arte marcial que se apresentava aos cariocas e que fazia com que as academias estivessem lotadas.

 

Logo após, temos a reportagem do “Jornal Carioca”, do SBT/TVE, onde Molina explica a diferença entre o Boxe tradicional e o Tailandês e quanto tempo dura uma luta. Já Luiz fala sobre a responsabilidade do professor e da academia, bem como a do atleta. Míriam Molina também é entrevistada, falando sobre a importância da mulher aprender a se defender. Interessante é observar o uniforme dos lutadores. Molina, com sua influência e visão, conseguiu o patrocínio da Adidas.

 

Ainda temos o programa “Manchete Esportiva”, e a primeira mulher do Brasil a praticar o Muay Thai no Brasil. Importante lembrar que Antonieta Lopes é a primeira mulher graduada no Muay Thai do país.

 

Mostrando, ainda, o lado precursor do Molina, aquele que precede, anuncia algo novo, tanto para o RJ, quanto para o Brasil. Mostramos, também, lado desbravador dele. Desbravador é aquele que abre o caminho. Nas palavras de Nélio Naja: “A carga do Molina foi maior que a minha. Eu fiquei mais restrito em Curitiba, mas ele divulgou no RJ, SP etc.” Por tal motivo, alguns estudiosos costumam dizer que Molina é o Hélio Gracie do Muay Thai. Assim como Hélio pegou o conhecimento com Carlos Gracie e teria sido o maior divulgador do JJ, assim Molina teria tido as aulas com Nelio e passaria a ser o maior divulgador da arte, a começar pelo RJ, onde foi o introdutor oficial, passando por Petrópolis, SP, Campinas, Recife, Brasília, Salvador, Fortaleza etc. Vemos, também, atuando como árbitro central e lateral, este último em Campinas (1986), sendo Nikolai o árbitro central.

 

Assiste ao vídeo em baixo:

 

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