GRAND SLAM 2017 – 3ª ETAPA DO CIRCUITO PORTUGUÊS DE JIU-JITSU, POR HUGO MIRANDA

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Pavilhão lotado para um evento que atraiu atletas não só de Portugal, como também de vários pontos da Europa. Foto: JiuJitsuPortugal

 

Realizou-se ontem o Grand Slam de Jiu-Jitsu 2017, que teve lugar pela segunda vez em Matosinhos. Se na primeira edição a presença de atletas até nem foi muito significativa, já ontem foi notório o aumento do número de inscritos e de público nas bancadas, a que não é alheio o facto da prova contar para o Circuito Nacional de Jiu-Jitsu. Esse facto foi mesmo mencionado por alguns atletas e professores como um dos motivos para o qual decidiram competir.

 

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O maior número de atletas acabou porém por ter uma consequência negativa, já que as quatro àreas de luta disponíveis acabaram por ser insuficientes em determinadas alturas do dia, provocando atrasos que em algumas situações rondaram as duas horas. É de notar também a máxima disponibilidade e simpatia de todo o staff envolvente – até pelo facto de que muitos também são competidores – e da própria FPJJB, que perante o sucedido foi tentando agilizar o mais que pode a competição. O site JiuJitsuPortugal apurou também que há planos para no ano seguinte se tentar realizar o Grand Slam no mesmo local, mas no pavilhão maior, onde haverá mais espaço para áreas de luta.

 

Quanto à competição propriamente dita, teve de tudo o que estamos habituados no panorama do Jiu-Jitsu nacional. Crianças que assustam pela que já sabem de Jiu-Jitsu, rivalidades acesas e que fazem vibrar todas as bancadas, algumas decisões de arbitragem que não agradaram a todos e atletas de qualidade nas mais variadas graduações e escalões etários. Um belíssimo espetáculo para a modalidade onde o único ponto negativo é devido ao enorme crescimento do Jiu-Jitsu em Portugal.

 

Por Hugo Miranda