EUROPEU 2017: O FIM-DE-SEMANA MAIS INTENSO DO JIU-JITSU PORTUGUÊS

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Europeu 2017: foram seis dias com milhares de lutas no Pavilhão de Odivelas, neste que se afirma como um dos maiores eventos desportivos de Portugal. Foto: Pedro Coelho

 

 

E após 6 dias de muita emoção, está concluído mais um Europeu de Jiu-Jitsu.

 

Tal como a modalidade, também o evento continua a crescer. Pavilhão cheio do primeiro ao último dia, público totalmente envolvido na maior festa do Jiu-Jitsu mundial e grandes nomes da modalidade presentes no nosso país.

 

*Brevemente vais andar com o JiuJitsuPortugal ao peito!

 

Sábado competiram os Juvenis, onde para não variar, a ‘Armada Portuguesa’ conquistou diversas medalhas. Foi tambem dia de faixa preta Master, com destaque para Henrique Pereira que se sagrou campeão no Super-Pesado e para Luis Lopes e Nuno Martins, que foram medalha de prata e bronze nas categorias Pena e Leve, todos no escalão Master 1. Muitas mais mais medalhas ficaram em Portugal, demonstrando a qualidade dos nossos professores. No adulto, foi dia de Absoluto, com os astros Leandro Ló e Cláudio Calasans a garantirem um lugar na final que encerraria o evento no dia seguinte.

 

Domingo, dia de faixa marrom e de faixa preta – adulto. Dos portugueses, destaque para Pedro ‘Paquito’ Ramalho, que deu espetáculo (para não variar), finalizando todas as lutas antes de perder na final para o não menos cotado Espen Mathisen. De realçar ainda a prestaçao de Nélson ‘Pincel’ Teixeira que finalizou rapidamente a primeira luta com um armlock, para depois esbarrar no campeoníssimo Rubens Charles ‘Cobrinha’, não sem antes resistir bravamente aos ataques do brasileiro.

 

Foram muitas as emoções no último dia de prova, com momentos espetaculares em todas as categorias. Lutaram alguns favoritos do público como o veterano Helvécio Penna, Lúcio ‘Lagarto’ Rodrigues, João Miyao, as jovens promessas Mahamed Aly e Horlando Monteiro, entre muitos outros nomes de destaque. A vitória no Absoluto acabou por ser de Leandro Lo, indiscutivelmente uma das maiores figuras da Arte Suave. Para o ano há mais e se a tendência se mantiver, somos capazes de ter um Europeu ainda com mais atletas e mais dias de prova.

 

Por Hugo Miranda

 

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