ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O GRANDE MESTRE ÁLVARO BARRETO: “NÃO ENSINO GOLPES MIRABOLANTES NOS MEUS SEMINÁRIOS”

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Uma lenda, figura ímpar e uma das personagens mais importantes de sempre na história do Jiu-Jitsu abre o jogo em exclusivo para Portugal. Foto: JiuJitsuPortugal

 

Revistas de Jiu-Jitsu, sites de Jiu-Jitsu, vídeos de Jiu-Jitsu, feiras e festivais de Jiu-Jitsu, lifestyle do Jiu-Jitsu…Actualmente são cada vez mais as referências à Arte Suave um pouco por todo o mundo. Mesmo fora do contexto das artes marciais. O Jiu-Jitsu saiu dos tatames cariocas e ganhou uma cultura universal. Um fenómeno como este (que em Portugal ainda está a gatinhar) não pode ser atribuído apenas a uma só pessoa ou família. Mas se fizermos uma lista com os mestres mais importantes e influentes de sempre, Álvaro Barreto terá o seu nome lá. Mais reduzida ainda é a lista com o nome dos homens que alcançaram a máxima graduação no Jiu-Jitsu: faixa-vermelha 9º grau. E Álvaro Barreto também terá o seu nome nesta lista.

 

Álvaro Barreto nasceu em Setembro de 1941 no Rio de Janeiro, Brasil. Em 1952 (com 10 anos), Álvaro Barreto começou a treinar na academia Gracie na Avenida Rio Branco, fortemente influenciado pelo seu irmão João Alberto que havia começado a treinar 2 anos antes. Os primeiros professores de Álvaro Barreto foram nada mais nada menos que o seu irmão e o famoso Hélio Gracie. Treinou duro sob a orientação desse impressionante duo durante anos, tendo recebido o grau de instrutor com apenas 17 anos.

 

Em 1967, Álvaro Barreto, juntamente com Hélio Gracie, o seu irmão João Alberto e Helcio Leal Binda criaram a primeira federação de Jiu-Jitsu do Brasil e definiram o sistema de faixas conforme o conhecemos hoje e em 1968 Álvaro Barreto abre a “Academia Corpo Quatro” na Rua Francisco Sá – Copacabana, sendo hoje uma das mais antigas escolas de Jiu-Jitsu na Zona Sul do Rio de Janeiro. Desde então a academia teve uma lista de professores verdadeiramente impressionante, incluindo Mestre Sylvio Behring, Marcelo “Cazuza” e Sérgio “Bolão”.

 

Estima-se que Álvaro Barreto tenha graduado cerca de 20 lutadores para a faixa-preta; nomes como Sylvio Behring, Guilherme Machado, Wagner Cardozo e Cláudio Hego, entre outros. Esteve presente na graduação de mais de 300 faixas pretas (como Fabricio Werdum que foi graduado por Behring mas com Barreto presente na cerimónia). Barreto foi graduado para a faixa preta de 8º Grau em 1992 e foi promovido ao 9º Grau Faixa Vermelha pela Federação de Jiu-Jitsu do Estado do Rio de Janeiro em 2005. Álvaro Barreto ainda pratica Jiu-Jitsu, dando maioritariamente aulas privadas três vezes por semana na Academia Corpo Quatro.

 

Março de 2015, Copacabana, Rio de Janeiro. A equipa do site JiuJitsuPortugal é recebida em exclusivo na academia do Grande Mestre Álvaro Barreto para uma das poucas entrevista que este concedeu na sua longa vida dedicada ao Jiu-Jitsu.

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JiuJitsuPortugal – Antes de mais Mestre Alvaro Barreto, agradeço a oportunidade desta entrevista. Estamos muito honrados com a possibilidade de fazer esta entrevista para os leitores de Portugal.
GM Alvaro Barreto – O prazer é todo meu! Defendo que todas as vezes que se possa divulgar o Jiu-Jitsu, eu estou á disposição. Isso é muito importante.

 

JJP – Mestre, com que idade se iniciou no Jiu-Jitsu?
GM Alvaro Barreto – Na verdade comecei a praticar Jiu-Jitsu com dez anos, através do meu irmão João Alberto, que também é Grande Mestre de Jiu-Jitsu e que tinha na época dezassete anos. Ele foi o primeiro professor da academia Gracie e hoje está com oitenta anos.

 

JJP –Como eram os treinos na época em que começou a treinar Jiu-Jitsu? Duros?
GM Alvaro Barreto – Tive o privilégio de começar numa escola, que academicamente foi pioneira no ensino do Jiu-Jitsu. Nunca tinha existido nenhuma igual no Brasil, nem no mundo, com as características da academia Gracie. Só existiam aulas individuais, cada uma durava meia hora e cada aluno com o seu professor. Na época existiam cinco tatames, cinco salas de luta. O aluno chegava à academia com a sua roupa da rua e recebia um cesto com o seu kimono, faixa e toalha lavados. Quando saia do balneário já com o kimono vestido, o recepcionista ligava para o professor a avisar que o aluno número tal tinha chegado. Isto com quase mil alunos. A organização tinha que ser perfeita! Das sete da manhã até às nove da noite. Sempre com aulas individuais.

 

JJP – E foi lá que se iniciou?
GM Alvaro Barreto – Sim, eu era ajudante do meu irmão João Alberto, treinava com eles defesa pessoal e fui bebendo todas aquelas informações. Aprendi, ensinando e treinando!

 

“Nos meus seminários não ensino golpes mirabolantes, que é o que tem mais hoje em dia. Ensino sim, um sistema de luta que tem início, meio e fim. Um Jiu-Jitsu progressivo.”

 

JJP – Já alguma vez teve que utilizar a defesa pessoal do Jiu-Jitsu em situações reais? Pode contar-nos uma daquelas histórias que nunca contou?
GM Alvaro Barreto – Já sim! Esta história é bem real! Tenho um irmão bem mais velho que já está no céu, que era director de um colégio em Fortaleza. Ele pediu-me para dar aulas de Jiu-Jitsu no colégio e contratou-me por dois anos. Um ano depois da minha chegada, o Hélio e o Carlos Gracie como tinham muitas propriedades em Fortaleza e muitos conhecimentos, apresentaram-me a um empresário de camionagem. Era um indivíduo que tinha uma frota de veículos enorme e que queria aprender defesa pessoal, pois tinha um individuo que andava a fazer-lhe várias ameaças. Tinha aulas particulares comigo três vezes por semana.

 

Passadas tantas aulas, esse empresário diz-me que o jardineiro dele, que assistia às aulas afirmava que com um pau na mão, ninguém o derrotava, nem com o Jiu-Jitsu. Então mandei chamar o rapaz. Ele era baixo, mas bastante forte, encorpado. Perguntei-lhe então, se acreditava que lhe tirava o pau da mão, ao que ele riu-se e disse que não. Disse-lhe que lhe ia tirar o pau e ainda o machucar. Criei-lhe pressão! Um sujeito com um pau na mão, para te atingir tem que estar numa certa distância. Na mesma proporção que ele tem aquela distância, também eu tenho para o imobilizar e retirar o pau. E começou a nossa luta. “Grudei” de imediato nele, retirei-lhe o pau e ainda dei-lhe uma queda, caindo montado nele. Ele ficou sem ar (risos). Perguntei-lhe se queria repetir mais uma vez. Aí ele veio com raiva, tentando dar-me uma paulada nas costelas. Voltei a grudar e com o impacto do braço dele nas minhas costelas, o pau saiu disparado e partiu os vidros de uma janela.

 

A partir desse dia, esse rapaz foi o maior sparring do empresário. Eu dizia-lhe para ele montar no empresário para este saber sair da posição, dava-lhe luvas de boxe para agredir o empresário de maneira a aprender a defender-se e começaram a treinar juntos. Então passou a acreditar no Jiu-Jitsu. O empresário disse-me que aquela demonstração tinha sido tão real, que passou a treinar duro com o jardineiro, tendo vindo a ser um grande atleta de Jiu-Jitsu. Esta história talvez seja uma das inéditas!

 

JJP – Fale-nos daquele episódio que o Mestre fez com que um valentão cantasse o hino do Brasil com uma chave encaixada.
GM Alvaro Barreto – Uma moça com que eu saia tinha uma amiga que era casada e que nos convidou para um jantar em casa dela com um casal amigo. Aí, depois da refeição o marido que era um cara muito alto, forte, começou a desafiar-me, perguntando-me se o Jiu-Jitsu era realmente eficaz e se lhe podia mostrar uma técnica. Na altura eu tinha vinte e dois anos. Deixei que ele me fizesse uma pegada no casaco, dobrei-lhe o pulso e fiz com ele ficasse de joelhos. Então disse-lhe para ele cantar o hino nacional. Até de trás para a frente ele cantou (risos). Ele ficou meio desmoralizado, mas passou a ser meu aluno a partir dessa demonstração. E durante muitos anos!

 

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Professor Luiz Dias e GM Álvaro Barreto com o livro publicado por aquele que foi considerado o melhor aluno de Hélio Gracie: João Alberto Barreto. Foto:JiuJitsuPortugal

 

JJP – Tendo o Mestre aprendido um Jiu-Jitsu de defesa pessoal, o que pensa de algumas academias actualmente só ensinarem a vertente desportiva?
GM Alvaro Barreto – É verdade o que está dizendo. Actualmente deram demasiada importância ao Jiu-Jitsu desportivo. O Jiu-Jitsu que eu faço tem quatro vertentes: desportivo, educacional, filosófico e terapêutico.

Então o Jiu-Jitsu tem que ser essas quatros vertentes, o Jiu-Jitsu apenas competitivo não resolve. Tem que fazer defesa pessoal, golpes traumáticos, judo e luta no chão. Por isso é a luta mais completa e com a qual as outras não podem competir. No Jiu-Jitsu, você trabalha no chão, perto e longe. Em qualquer circunstância tem que ter meios para se defender. Hoje, muitos não fazem isto. Existem grandes campeões do Jiu-Jitsu desportivo que não sabem defesa pessoal. E a defesa pessoal, é na minha opinião, a grande chave do sucesso da luta no chão. Por exemplo, na defesa de uma gravata, você rola para o chão e dá um arm-lock ao agressor. Defesa pessoal começou em cima e terminou no chão com uma chave. Então o Jiu-Jitsu não pode ser dividido em desportivo e defessa pessoal. Nos meus seminários não ensino golpes mirabolantes, que é o que tem mais hoje em dia. Ensino sim, um sistema de luta que tem início, meio e fim. Um Jiu-Jitsu progressivo.

 

JJP – Nos anos 50, existia um programa na televisão brasileira chamado “Heróis do Ringue”. Fale-nos dele.
GM Alvaro Barreto – Era transmitido todas as segundas-feiras. O meu irmão João Alberto lutou muitas vezes. Foi pioneiro nas transmissões do Vale-Tudo na televisão e em horário nobre. Era patrocinado por uma marca de gravatas.

 

JJP – Como era o Jiu-Jitsu no Rio de Janeiro nessa época? Era normal ser primeira página dos jornais?
GM Alvaro Barreto – Na verdade acontecia muitas vezes ser notícia. A família Gracie não era bem vista pelas outras modalidades de luta, que gostavam de desafiar os Gracie e os seus alunos para tira teimas. Existiram alguns desafios. Tanto que o Carlson, o João Alberto, o Hélio Vigio, fizeram vários Vale-Tudo. Segunda-feira era dia de luta na televisão entre o Jiu-Jitsu e pessoas de outras lutas. Foi muito importante para a promoção do Jiu-Jitsu.

 

JJP – Como a sociedade carioca da altura via estas lutas?
GM Alvaro Barreto – Existiam algumas resistências. As pessoas achavam muito violento para ser transmitido na televisão. Apesar de todas as lutas terem finalização. Nós, do Jiu-Jitsu procurávamos a finalização e não a pancada. Teve até um episódio com o meu irmão João Alberto, que aplicou uma kimura a um sujeito e que lhe fracturou o úmero. Isto com a televisão a focar este “acidente” num grande plano. A partir daí criou-se uma enorme polémica e o programa foi proibido.

 

“O Jiu-Jitsu para ter nome, ter importância teve que sair do Brasil. Olha o Jiu-Jitsu no mundo actualmente? Tudo por causa dos Estados Unidos. Está em Portugal, vai crescer e desenvolver-se. Em qualquer lugar que chega é assim!”

 

JJP – Quais os nomes que o Mestre gostava de ver lutar?
GM Alvaro Barreto – O meu irmão João Alberto, o Hélio Vigio, o Carlson Gracie, Valdemar Santana e vários outros que foram grandes adversários, como o Leão de Portugal, Passarito…estes deram importância ao nosso Jiu-Jitsu. Eram muito fortes, faziam outras lutas e deram-nos a oportunidade de mostrar a superioridade do Jiu-Jitsu através da técnica.

 

JJP – Partindo do início de tudo, pode definir Carlos Gracie?
GM Alvaro Barreto – Carlos foi o pioneiro, o principal personagem do Jiu-Jitsu. Foi ele que aprendeu do Conde Koma. Era um estudioso do Jiu-Jitsu, um místico. Sentia-se uma certa energia ao redor dele. Carlos era um homem que não usava ténis, pois pensava que qualquer borracha anulava a energia que vinha da terra, da natureza. E todos os dias, por volta das dez horas da manhã apanhava sol totalmente nu. Tanto que foi um homem viril até ser velho. Tinha um regime alimentar muito próprio. Demorava duas horas a almoçar ou jantar. Comia muito devagarzinho e sozinho. Não comia com ninguém. Desenvolveu uma dieta própria. Dizem que criada por outros nos passado, mas que ele actualizou e adaptou. E todos na família seguiam essa dieta. Eu aprendi essa dieta com eles em garoto e ainda hoje sigo certos parâmetros.

 

JJP – E Hélio Gracie? Era o guerreiro da família?
GM Alvaro Barreto – O Hélio era uma pessoa única. Era um exemplo dentro de uma vida que ele perseguiu. Era ele que representava a família nas lutas, nos Vale-Tudo. Tinha também George Gracie, que foi um grande lutador, um grande técnico. Mas o Hélio, sendo o mais novo e franzino representava a mensagem que Carlos queria que passasse: a do mais fraco, vencer o mais forte com o Jiu-Jitsu! Daí terem estado unidos a vida inteira.

 

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Igualmente importante nas academias, é o ensino da história e quais foram as principais figuras do Jiu-Jitsu. Foto: JiuJitsuPortugal

 

JJP – O Professor Luiz Dias é da opinião que pessoas como o Mestre deveriam ter mais espaço nos media, serem mais escutadas e consultadas. O senhor é uma referência e com um passado que deve ser valorizado. O que pensa deste quase esquecimento?
GM Alvaro Barreto – Eu não sei o que os media pretendem hoje em dia, se pretendem apenas polémica. Repare, hoje entrevista-se um atleta e perguntam-lhe se o Jiu-Jitsu é violento. Ele diz que não, mas focam a imagem da orelha dele, estoirada. Um cara com a orelha estoirada, é um cara que não é técnico. Porque se minimiza o Jiu-Jitsu, mostrando apenas o lado em que o praticante é casca-grossa, é um Pit Bull? Estes ainda ficam envaidecidos com a comparação. Eu não fico, Jiu-Jitsu é Arte Suave, é algo que não é sinónimo de brutalidade ou força. O Brasil, é um país que dá pouca importância a quem é verdadeiramente importante. O Brasil não tem boa memória! E hoje, só os jovens é que percebem das coisas, é que são referências.

 

Se aproveitassem um pouco mais dos antigos, o Brasil enquanto nação estaria bem melhor do que está. De um modo geral. Peca aí, é um problema de cultura. Hoje o aluno quer aprender imediatamente a finalizar. Eu pergunto-lhes: porque quer finalizar se ainda não sabe jogar, não conhece a base, os elementos básicos? Então, treino e jogo muito solto com eles. Hoje só existe foco nos mais novos, no imediato e é dada pouca atenção a mim e a outros, que tiveram e têm um longo percurso no Jiu-Jitsu.

 

O Jiu-Jitsu para ter nome, ter importância teve que sair do Brasil. Olha o Jiu-Jitsu no mundo actualmente? Tudo por causa dos Estados Unidos. Está em Portugal, vai crescer e desenvolver-se. Em qualquer lugar que chega é assim! Essas técnicas, esta arte esplendorosa que é o Jiu-Jitsu é praticada por crianças de três, quatro anos até ao velho de noventa! Sou da opinião que esta arte milenar, está a ser pouco aproveitada na sua essência. Sendo um dos pioneiros no Jiu-Jitsu brasileiro, tenho uma visão que este está a ser pouco aproveitado na sua totalidade. Jiu-Jitsu não é só desportivo, não é só pontuação.

 

JJP – A maneira como se aborda e fala com um potencial agressor também é Jiu-Jitsu?
GM Alvaro Barreto – Eu penso muito nisso! Nas minhas aulas, os meus alunos sempre foram muito disciplinados. Sempre lhes disse, que o Jiu-Jitsu é para se defenderem e não para atacarem. E você começa a defender-se com a voz. Se um cara pisa no teu pé, tu olha para ele e pensa que foi sem querer. Mesmo que possa ter sido propositadamente. Eu sempre penso que foi sem querer. Sabe porquê? Porque estou muito mais treinado, preparado que ele. Tenho total confiança em mim. Seja ele quem for. O Jiu-Jitsu não é uma arma. O Jiu-Jitsu é uma filosofia que te permite conviver com toda a gente e em qualquer lugar ou circunstância.

 

JJP – A língua oficial do Jiu-Jitsu é o português. Estamos a perder esta regra para o inglês? Se aprendemos as técnicas do Judo em japonês, porque não obrigar os outros a prenderem as técnicas do Jiu-Jitsu em português?
GM Alvaro Barreto – Concordo totalmente! Apesar do Jiu-Jitsu ter algumas técnicas em japonês, quanto mais puder usar as técnicas em português, eu uso. Não falo drill, mas sim repetição.

 

JJP – O Mestre quer deixar uma mensagem para Portugal e todos os portugueses praticantes de Jiu-Jitsu?
GM Alvaro Barreto – Primeiro que tudo quero agradecer a oportunidade que o site JiuJitsuPortugal me está a dar, de fazer chegar uma mensagem á comunidade portuguesa do Jiu-Jitsu. Acredito que Portugal vai saber dar continuidade ao Jiu-Jitsu criado pela família Gracie. Pratiquem-no com lealdade, ética e é importante que o Jiu-Jitsu não seja fragmentado. Gostaria um dia de visitar o vosso país. Quem sabe? Muito obrigado e até à próxima!

 

Por Paulo Santos

 

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NOTA FINAL: Iniciamos uma série de entrevistas exclusivas que serão publicadas ao longo do ano. Mais do que um marco, esta entrevista reforça o alcance do nosso projecto, do Jiu-Jitsu noticioso e informativo que se faz em Portugal e pressiona-nos para dar o passo na direcção de fazer chegar os conteúdos em “novos formatos”. Novidades que surgirão lá mais para o final do presente ano.

 

Agradecimentos: Professor Luiz Dias; Bjj Heroes

 

 

  • Alberto Ferreira

    No comment, very nice interview

  • Sérgio Ortiz de Lima Mendes

    Excelente matéria com o nosso grande mestre Álvaro Barreto, gostaria de acrecentar que dentre os professores da academia Corpo Quatro esteve o grão mestre Guilherme Dória Machado ( grande expoente dos Barreto), primeiramente aluno de João Alberto Barreto e depois ,Alvaro Barreto, tendo recebido a faixa preta de Hélio Gracie. hoje administra aulas na Origem Jiu Jitsu club militar lagoa RJ.

  • António de Castro

    Aproveitem para trazer o Mestre Álvaro Barreto para um Workshop em Portugal, seria de grande valia para o JJ Portugal.