São João do Porto 2013

São João do Porto (JiuJitsuPortugal.com)

 

Oporto city in northern Portugal, where every year there is big traditional celebration of the city. the whole town comes out into the street with their typical hammers, and a great spectacle of fireworks near the bridge on the riverbank area of Oporto and wharf gaia. every year the night of 23 to 24 June and this is no exception. so I invite everyone to come along and have fun will be great.

São João do Porto (JiuJitsuPortugal.com)
A Festa de São João do Porto é já um dos marcos incontornáveis da vida da cidade e que conta com a visita de um número cada vez maior de turistas e visitantes, para participar nas iniciativas que vão decorrendo um pouco por todo o lado. Durante todo o mês de junho o Porto apresenta um programa variado para festejar o São João, com o ponto alto na Noite de São João, de 23 para 24 de junho, e a cidade veste-se a rigor, enchendo as ruas de cores e aromas e espalhando alegria e boa disposição.

Nas ruas, as cascatas, únicas em Portugal, chamam a atenção de quem passa para uma tradição que representa, em miniatura, lugares da cidade e costumes de outros tempos, com casas, caminhos traçados de areia e musgo, figuras de barro pintadas de cores vivas que representam as pessoas no seu quotidiano, laborando nas suas profissões, muitas delas já desaparecidas, e animais que nos dias de hoje já não se vêm nas cidades, sendo a mais famosa de todas a cascata das Fontaínhas.

São João do Porto (JiuJitsuPortugal.com)
No programa de festas há sempre tempo para a competição, presente na já tradicional regata de barcos rabelos, que percorre uma extensão de 1,5 km, desde a Foz do Douro até à Ponte Luís I, na Ribeira, na corrida de S. João, nos concursos de cascatas, nos concursos de montras, no concurso de rusgas e no de quadras populares alusivas ao S. João.

São João do Porto (JiuJitsuPortugal.com)
A noite de 23 de Junho é a noite mais alegre do ano, em que multidões de pessoas vêm para a rua festejar o santo que favorece os amores. Na Baixa, apregoa-se nas ruas a venda dos tradicionais manjericos, cravos, erva-cidreira, ”alho-porro” e dos modernos martelinhos (*), que servem para bater amigavelmente na cabeça de quem passa e que contagiam, desde o início do dia, quem está na cidade, anunciando a diversão mais tardia. As fogueiras de S. João são ateadas nas ruas, por grupos de moradores e amigos que, saltando por cima delas, demonstram a sua coragem. À meia-noite do dia 23 de Junho há fogo-de-artifício, ou fogo de S. João, lançado a partir do rio. As margens do Douro enchem de milhares de pessoas para assistir ao maior espectáculo do ano, pleno de luz, cor e emoção.

São João do Porto (JiuJitsuPortugal.com)
Os tradicionais balões de S. João, feitos em papel e em cores variadas são cuidadosamente lançados em direcção ao céu, proporcionando um espectáculo ímpar de centenas de pontos de luz.

Na noite da Festa ou no dia de São João come-se caldo verde com broa, carneiro, anho ou sardinha assada, salada de pimentos e, para sobremesa, leite-creme ou bolo de S. João, devidamente acompanhado do delicioso Vinho do Porto.

São João do Porto (JiuJitsuPortugal.com)
A noite de S. João termina na Foz do Douro, com o povo a rumar em direcção ao mar até ao nascer do dia.

(*) A História dos martelinhos de São João

O martelo de São João foi inventado em 1963 por Manuel António Boaventura, industrial de Plásticos do Porto, como um brinquedo. Nesse mesmo ano, a pedido dos estudantes universitários, o Sr. Boaventura ofereceu os seus martelos “ruidosos” para a Queima das Fitas, que foi um sucesso com os estudantes a dar “marteladas” o dia todo uns nos outros. Os comerciantes do Porto quiseram também esses “martelinhos” para a festa de São João. Com o stock já reduzido para esse ano, no ano seguinte os martelos foram vendidos em força para o São João e, ao mesmo tempo, oferecidos pelo Sr. Boaventura a crianças do Porto, ficando, desde essa altura, a fazer parte da Festa, durante 5 ou 6 anos. Uma queixa de elementos do executivo da Câmara do Porto, argumentando que os martelos não faziam parte da tradição, levou a que o Sr. Boaventura ficasse proibido de vender martelos para a festa de S. João, e que quem fosse apanhado com martelos na noite de S. João corresse o risco de ser multado. Mas o povo não acatou esta decisão e continuou a usar o martelo nos seus festejos. No ano de 73 o Sr. Boaventura recorreu para o Supremo Tribunal e ganhou a questão, podendo assim continuar a fazer os martelinhos que já se tinham tornado tradição popular e que ainda o são, apesar das inúmeras alterações sofridas ao longo dos anos.

 

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